O Poderoso Chefinho

29/03/2017 - POSTADO POR EM Filmes

Quem nunca ficou ansioso com a chegada de um novo membro na família? Esse é o ponto explorado na nova animação da DreamWorks, “O Poderoso Chefinho”. Dirigido por Tom McGrath, de “Megamente” (2010) e “Madagascar” (2005), o longa apresenta o personagem Tim, um jovem filho único amado pelos pais. Porém, com a chegada do irmãozinho, ele começa a perder espaço e atenção na casa, e logo descobre que o caçulinha da família é um bebê “falante”, o Chefinho, dono de uma empresa que administra a chegada dos bebês ao mundo.

Vale lembrar que esse texto pode conter spoilers!

Os filhos

Por trás de uma história cativante, o longa reúne personagens encantadores e carismáticos. O Chefinho, por exemplo, é um bebezinho muito fofo que chega à família de Tim para investigar os motivos responsáveis pela diminuição da natalidade na região, enquanto o número de cachorros só aumenta nas famílias. O neném, por sua “fragilidade” e necessidade de cuidados, recebe toda a atenção dos pais.

Embora isso ocorra, ele não tem um bom relacionamento com o “novato” Tim, lembrando aquela “rivalidade” entre irmãos. Afinal, o jovem de sete anos sofre bastante com o nascimento do Chefinho. Ele acredita que não há mais espaço para um novo integrante naquela família e que o número três é perfeito.

Os pais

Os pais são responsáveis pelo marketing de uma grande empresa de pet especializada em cachorros, Puppyco. Os adultos são bastante presentes na vida das crianças, dedicando muita atenção ao Tim antes do nascimento do Chefinho. Eles são aqueles pais bem clichês, que contam histórias e cantam para os filhos antes de dormir.

O casal aparenta  um certo “receio” do relacionamento entre os pequenos. Por isso, eles tentam aproximá-los em vários momentos da rotina da família. Em algumas cenas, vemos como é complicado conciliar o trabalho e os filhos. Também é interessante perceber como os dois dividem as tarefas domésticas e a responsabilidade de educar os filhos.

Impressões

“O Poderoso Chefinho” é um filme para toda a família, encantando tanto adultos quanto crianças. A história é simples e encantadora, provocando momentos de riso, emoção e aventura. É muito fácil se identificar com o enredo, mesmo que você  seja filho único como eu (#Rebeca).

Os cenários da animação são lindos, principalmente os das cenas ao ar livre. Aliás, a direção de arte do filme está de parabéns, principalmente porque esse é um dos poucos filmes que realmente vale a pena pagar pelo 3D.

Aviso de utilidade pública: existe cena pós-crédito!