Girlboss: Quatro motivos para não perder essa série

23/04/2017 - POSTADO POR EM Séries

“Girlboss” é uma série baseada em um livro biográfico de mesmo nome. Na história somos apresentados à girlboss Sophia (Britt Robertson), uma garota que aos 23 anos fundou uma das marcas americanas mais descoladas e famosa, a Nasty Gal. Com um bom olho e senso de estilo, a jovem comprava roupas em brechó e as transformava em peças únicas para vender na internet.

Se você gosta de entender um pouco mais sobre o mundo da moda prepare-se, pois vou te dar quatro motivos para assistir a série.

A personalidade de Sophia

Apesar de ser uma série biográfica, nem tudo ali é completamente verdade. O enredo é uma releitura livre dos fatos, ou seja, muito do que está ali é uma visão exagerada da realidade.  Sophia realmente tem uma personalidade forte e é capaz de muitas coisas para conseguir seus objetivos, reconhecendo suas falhas e tentando consertar sempre que possível. Em resumo, ela sabe ser batalhadora. Em “Girlboss”, ela é mostrada como uma moça de 23 anos um tanto desajeitada e irresponsável.

Sophia não é aquela protagonista perfeita que estamos acostumadas, que vem de uma família estruturada. Ela tem problemas com o pai e não tem seu esforço reconhecido. Além de tudo a personagem é uma azarona, se metendo em situações onde praticamente tudo dá errado.

Moda sem clichê

Existem inúmeros filmes e seriados com a temática moda, mas “Girlboss” é bem diferente dos que existem, simplesmente por mostrar como esse ramo precisa de pessoas criativas e que buscam sempre o novo. Em “O Diabo Veste Prada” (2006), também temos um olhar sobre o mundo fashion, mas a protagonista Andrea Sachs (Anne Hathaway) parecia não se importar com o universo a qual estava envolvida, tendo como objetivo apenas ser uma grande jornalista. Sachs não entendia absolutamente nada de moda, sequer sabia qual era o assunto da revista onde queria trabalhar.

Estamos acostumados também ao estereótipo de que quem está envolvido com moda precisa ser necessariamente arrogante, que só usa roupas e acessórios que estão nas revistas e sites como tendência. Em “Girlboss”, Sophia entende de moda, tem um olhar bem diferente do clichê, sabendo o valor real das peças. Além disso, ela sabe que nesse mundo não se pode ser mal educada com quem está ao seu redor, afinal todos podem tornam-se clientes da marca. O fato de Sophia usar e vender peças achadas em brechós traz uma nova abordagem para as produções sobre o universo fashion.

Foto: Divulgação

Episódios leves e rápidos

Com episódios de 25 minutos em média, a produção é um ótimo título para quem está órfão de séries ou mesmo quem não tem tanto tempo para assistir seriado. Além disso, podemos classificar a produção como uma “dramédia”, existem momentos que damos risadas das aventuras de Sophia, mas também nos emocionamos com seus problemas.

O seriado não tem um humor muito escrachado, tipo aquelas comédias pastelão de risada fácil e com piadas bestas sobre tudo. Aqui os risos vem por conta das situações inusitadas que a protagonista se envolve.

A grande maioria dos personagens da série conseguem cativar o espectador, até mesmo aqueles que só aparecem em uma cena, tornando o enredo gostoso de se assistir.

Foto: Divulgação

Trilha sonora

A trilha sonora de “Girlboss” não é apenas boa, ela casa perfeitamente com as cenas. A grande maioria das músicas não são muito conhecidas, deixando o espectador curioso para descobrir qual é aquela banda.

Existem algumas cenas em que a música é de fundamental importância para história, como o momento em que Sophia está procurando o nome perfeito para sua marca e entra em um bar que está tocando Nasty Gal, da Betty Davis. Outro exemplo é a música da primeira cena da trama que já explica e apresenta muito bem a personalidade da protagonista.