Veredito de Era Uma Vez Um Deadpool

31/12/2018 - POSTADO POR EM Filmes
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Estamos aqui pra falar de um dos filmes natalinos mais inesperados de 2018! Dessa vez um personagem bem famoso e nada “family friend” deu as caras nas telonas: Deadpool. O longa dirigido por David Leitch e distribuído pela 20th Century Fox promete ser mais familiar e tirar sarro dos contos de fadas.

Fomos conferir “Era Uma Vez Um Deadpool” (2018) e contamos tudo aqui.

O que temos de diferente?

Em “Era Uma Vez Um Deadpool”, Wade Wilson (Ryan Reynolds) sequestra Fred Savage (Fred Savage), ator que interpretou uma criança acamada que ouvia as histórias do seu avô em “A Princesa Prometida” (1987). Agora adulto, a situação se repete quando Fred é preso numa cama e tem de escutar as memórias vividas em “Deadpool 2” (2018), dessa vez através do ponto de vista infantil, segundo o próprio Deadpool.

Então começamos com a história já contada em “Deadpool 2”: Após a morte de Vanessa (Morena Baccarin), namorada de Wade, Deadpool se encontra bastante deprimido e é levado até a Mansão X, lar dos X-Men, por Colossus (Stephan Kapičić). Lá é convencido a tentar se tornar um herói de verdade e ajudar os mutantes.

No novo longa da franquia, Deadpool conta essa história tanto para Fred quanto para os espectadores. O diferencial do filme é exatamente a filtragem dos acontecimentos, e os comentários e observações que Wade faz durante a narrativa, interrompendo várias vezes o filme para dar sua visão do ocorrido ou filtrar algo que não considera importante naquele momento.

Foto: Divulgação

Cena Pós-Créditos

O filme conta com novas cenas pós-créditos. Em uma delas Deadpool e Savage conversam sobre o amor que têm por cenas pós-créditos, enquanto são passadas as cenas originais de “Deadpool 2”. Em outra cena, Deadpool finalmente desamarra Savage da cama após mantê-lo preso por três dias, contando sua história.

Além disso, também temos uma cena pós-crédito que mostra trechos deletados de Stan Lee no curta “No Good Deed”, de 2017, onde o criador de vários heróis da Marvel comenta o que aconteceria se morresse. Stan Lee fala que não se importa com isso, e uma imagem da estrela de Stan Lee na Calçada da Fama de Hollywood é mostrada.

Foto: Divulgação

Veredito

Sabemos que o marketing do filme não foi tão bem feito, já que pouco se ouviu falar do longa. É interessante que uma parte da bilheteria arrecadada com a produção irá ser direcionada para uma instituição de caridade que ajuda crianças com câncer. Apesar disso, soou como uma atitude preguiçosa para levantar dinheiro a partir de pouco investimento.

Não, o filme não é ruim, mas não é um filme novo. Até prefiro essa versão, já que ele enxugou bastante o enredo de “Deadpool 2”, focando nas partes mais importantes. Porém, preciso ser sincera e dizer que se você não é muito fã do personagem e já assistiu em maio, talvez possa se sentir um pouco frustrado por gastar seu rico dinheirinho em algo que você já viu. Mas, se você tá com tempo e dinheiro sobrando, é uma boa pedida, pensando pelo lado de que quanto mais a franquia levantar, maior a chance de ter outros longas dela. (#Rebeca).

Foto: Divulgação