Lista: Os 5 melhores jogos do Homem-Aranha

05/09/2018 - POSTADO POR EM Jogos
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Não há dúvidas de que o Homem-Aranha é um dos heróis mais populares da Marvel há anos. O amigão da vizinha já ganhou várias encarnações nos mundos dos games, sejam aventuras baseadas nos filmes do herói ou histórias inéditas. O novo jogo do aracnídeo, “Marvel’s Spider-Man”, vai ser lançado nessa sexta, 7 de setembro, e para comemorar separamos aqui uma lista com os cinco melhores jogos do Homem-Aranha de todos os tempos. Confere aí!

Spider-Man and Venom: Maximum Carnage (1964)

“Maximum Carnage” foi lançado em 1964 para SNES e Mega Drive e foi o primeiro jogo do Aranha baseado em uma saga dos quadrinhos. O jogo foi um clássico “Beat ‘em up” onde se podia jogar com o Homem-Aranha e seu arqui-inimigo, Venom, para derrotar o Carnificina e seus minions.

O jogo conta com cut-scenes animadas diretas dos quadrinhos e, em alguns momentos no jogo, é possível invocar algum outro herói do Universo Marvel, como Gata Negra e Capitão América. Apesar de ter uma mecânica envelhecida e bastante repetitiva, “Maximum Carnage” foi um marco na história dos jogos do personagem e merece um lugar nesta lista.

Imagem: Divulgação

Spider-Man (2000)

Marcando a infância de muitos, o primeiro jogo do Homem-Aranha em 3D foi produzido pela Neversoft, a mesma produtora do clássico, “Tony Hawk Pro Skater”. Esse jogo moldou a base de como seriam os próximos jogos do herói, trazendo um sistema de combate com diferentes combos que o herói poderia usar, como as clássicas luvas de teia e o casulo, e grandes perseguições pela cidade, que seriam reutilizadas em outros jogos do Aranha.

O jogo trazia várias referências de outros heróis, como o Quarteto Fantástico, e de histórias clássicas dos quadrinhos, na forma de roupas colecionáveis que traziam habilidades únicas, como o traje negro que permitia o uso de teia infinita. Apesar de ter uma história simples, ela era bem escrita, trazendo ninguém menos que Stan Lee para narrar e apresentar o jogo para os jogadores.

Imagem: Divulgação

Spider-Man 2: The Game (2004)

Considerado pelos fãs como o melhor game do Homem-Aranha lançado até então, “Spider-Man 2” trouxe pela primeira vez um mundo aberto para ser explorado pelo jogador. Apesar de ser baseado no segundo filme da trilogia do herói, o jogo não se limitou a trama original, trazendo novos vilões como Shocker e Mistério. Claro, além da história principal, o jogador pode fazer missões secundárias pela cidade, porém, com o tempo elas acabam se tornando repetitivas (estou falando de você e seu maldito balão!).

Claro, onde esse jogo brilha é na sua jogabilidade. O sistema de combate trouxe uma mecânica que foi aprimorada na série “Batman: Arkham” de aguardar o ataque e revidar, usando o sensor aranha. E o sistema de teias é o maior ponto desse jogo. Não há teias no céu por aqui. Além de se prender nos prédios, toda a movimentação é baseada na física pendular, permitindo uma movimentação mais orgânica e fluida.

Imagem: Divulgação

Ultimate Spider-Man (2005)

Baseado nos quadrinhos de mesmo nome, “Ultimate Spider-Man” possui uma história original sobre esse universo do herói, trazendo através da técnica Cel Shading a ilusão que estamos jogando uma HQ. Principalmente durante as cut-scenes, onde as cenas ocorrem dentro dos próprios quadros das revistas.

Além de possuir um ótimo sistema de combate e um mundo aberto, o jogo permite jogar com o vilão Venom em determinadas missões e por não ser preso a um filme, como outros jogos do herói, é possível encontrar outros heróis como Wolverine e referências de vilões como Dr. Destino.

Imagem: Divulgação

Spider-Man: Shattered Dimensions (2010)

Após diversos jogos que focaram na exploração de mundo aberto, “Shattered Dimensions” foi o primeiro jogo do Aranha a retornar a uma mecânica mais linear, trazendo quatro versões do Aranha: Incrível, 2099, Ultimate e Noir. Cada um possui estilos de jogo e estética únicos – principalmente o do universo Noir, com uma jogatina de Stealth nos moldes da série “Batman: Arkham”.

A desistência do mundo aberto permitiu a Beenox, desenvolvedora do jogo, focar mais na história e nas fases do jogo, criando assim uma fantástica narrativa original e fases e chefes fenomenais. Apesar de conter defeitos como a câmera e um sistema de batalha repetitivo, esse foi um dos jogos mais originais do Aranha em muitos anos.

Imagem: Divulgação