Corredor da Morte: vença ou morra como um criminoso!

10/10/2017 - POSTADO POR , e EM Jogos
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Se você assiste “Orange Is The New Black” (2013 – atual), sabe que não é fácil fugir de uma prisão, ainda mais quando tem apenas 60 minutos para escapar. Essa é a proposta do Corredor da Morte, simulador presente no Escape 60 – Fortaleza. Por mais que pareça impossível, o Roteiro Nerd tentou realizar essa proeza, e conta aqui sua experiência a partir do relato de alguns participantes: Daniel Costa, Isabelle Lima e George Ulysses.

O que é o Escape 60?

Para quem não sabe, a iniciativa simula ambientes assustadores e misteriosos, onde os confinados têm que decifrar códigos, achar itens escondidos e resolver enigmas para encontrar a única saída, tudo em menos de exatamente uma hora. Em Fortaleza, podemos vivenciar três salas diferentes: Corredor da Morte, Operação Resgate e Salvem Nossas Almas, cada uma com sua história particular.

Inclusive, temos uma “dica do dia” para vocês: é possível reservar qualquer um dos ambientes no próprio site do Escape 60. Nele, você pode fazer pacotes com no mínimo 4 pessoas (R$ 279,60) e no máximo 8 pessoas (R$ 559,20), tendo como base o valor individual de R$ 69,90. Ah, e o local não aceita a famigerada meia-entrada de estudante.

Uma nova experiência

Daniel Costa – Tudo na vida é um mistério, né? Não faria sentido o Corredor da Morte ser de outra forma. Mesmo como na segunda vez no ambiente (meu primeiro contato foi em 2016), as coisas não foram fáceis. Muito obstáculos apareceram no caminho, como códigos “indecifráveis” e berros (só a Isabelle gritou dez mil vezes, fora as outras meninas do Roteiro Nerd, Jessica Piorski e Rebeca Bento). O melhor de tudo era que o nível de dificuldade tinha aumentado, ou seja, quase um ano depois da minha primeira tentativa, as coisas só pioraram. Estava quase tudo diferente. Não posso contar muitos detalhes, pois vai acabar com a surpresa de alguns. O resultado de tudo: foi uma vitória, faltando poucos minutos para encerrar o tempo.

Ambiente envolvente

Isabelle Lima – Eu sempre quis ir ao Escape 60, mas nunca tinha conseguido reunir meus amigos. Então, fiquei bastante feliz com o convite, e a prova foi incrível (apesar de ter me assustado algumas vezes). Achei super interessante o conceito, principalmente por ser tão realista, e fiquei com muita vontade de ir em todas as salas. Sinceramente, pensei que não íamos conseguir sair de lá, mas mesmo no desespero (de alguns) fizemos um ótimo trabalho em equipe.

Realidade cruel

Você pode até não se lembrar, mas o primeiro Poltergeist, de 1982, trazia um palhaço assustador, que parecia um simples brinquedo infantil. O problema era que ele atacava as crianças durante a madrugada, causando muita gritaria e choro. Era um verdadeiro filme de terror. Inclusive, o personagem retornou na refilmagem “Poltergeist – O Fenômeno” (2015). Desta vez, o visual do boneco estava mais assustador, mas a ideia é a mesma: usar o objeto possuído para matar de susto as criancinhas indefesas.